Automático
Claro e completo
Campos completos e confiança acima do limiar. O ARGUS consulta as tarifas, redige a resposta e deixa-a pronta a enviar. A pessoa lê e aprova.
Operações de resposta a pedidos
O ARGUS lê cada pedido que entra, extrai os dados, calcula a prioridade e redige a resposta. A sua equipa aprova. O que era triagem passa a ser decisão.
Por ordem de chegada
Por prioridadeScore
< 30 s
Pedido recebido → resposta pronta
classificado, priorizado e redigido
< 15 min
Revisão humana nos casos ambíguos
com alerta no canal da equipa
6
Estados de workflow
do novo ao concluído, com registo
100 %
Das respostas aprovadas por uma pessoa
nada sai sozinho
O problema
Numa equipa de pricing, o pedido de cotação, a reclamação e a alteração de última hora chegam todos ao mesmo sítio. Sem prioridade, tratam-se por ordem de chegada — não por valor nem por risco.
01
O cliente pede a três fornecedores. Ganha quem responde em minutos, não em horas.
02
A reclamação crítica fica atrás de quarenta emails de rotina e só aparece quando já é tarde.
03
A fila é cronológica, não económica. O pedido de maior valor espera pela vez dele.
04
Quem sabe cotar aquela rota está de férias, e o critério dela não está escrito em nenhum sítio.
Cada hora que um pedido espera é margem que escorrega para quem respondeu primeiro.
Como funciona
Um agente que trata a caixa como um operador — e não dorme. Cada passo deixa registo, e o último é sempre uma pessoa.
Lê continuamente as caixas que lhe indicar — conteúdo, cabeçalhos e anexos, guardados por inteiro.
Agrupa mensagens por Message-ID, In-Reply-To e References, com heurística de recurso quando o cliente parte a thread.
Identifica o tipo de pedido e retira os campos que interessam: origem, destino, quantidades, datas, referências.
Calcula um score por conversa a partir do tempo sem resposta, do valor do cliente, do tipo de pedido, da urgência e do SLA.
Escolhe entre responder, pedir o que falta ou chamar uma pessoa — conforme a confiança da classificação.
Redige o rascunho na língua e no tom da casa, com os dados já preenchidos. A pessoa aprova, corrige ou rejeita.
O que a máquina vê
A classificação e a extracção correm em modelos locais. O conteúdo do email não sai da vossa infraestrutura.
Campos extraídos
Rascunho · aguarda aprovação
Exmos. Senhores, agradecemos o pedido. Para 12 paletes (3.240 kg) de Braga para Barcelona, com recolha a 18 de Setembro, a nossa proposta é de 1.240 €, com entrega em 48 a 72 horas. Proposta válida por 48 horas.
Como decide
A máquina trata do que é claro; a pessoa decide o resto. Cada conversa é encaminhada pela confiança da classificação, e nenhuma resposta é enviada sem aprovação.
Claro e completo
Campos completos e confiança acima do limiar. O ARGUS consulta as tarifas, redige a resposta e deixa-a pronta a enviar. A pessoa lê e aprova.
Falta um dado
Campos incompletos. O ARGUS escreve ao cliente a pedir só o que falta. Quando a resposta chega, a conversa segue sozinha para a Rota A.
Dúvida ou ambiguidade
Confiança baixa ou interpretação ambígua. O rascunho fica em pausa, a equipa recebe alerta, e a decisão que a pessoa toma fica registada.
Cada revisão humana é um exemplo de alta qualidade que passa a estar disponível para os pedidos seguintes. O limiar de confiança sobe, e semana após semana chegam menos casos à pessoa.
O motor
Um LLM interno e um RAG local construído sobre o vosso histórico. Nada sai da vossa rede — a não ser que decidam o contrário.
O modelo corre no vosso hardware. A classificação, a extracção e a redacção acontecem sem que uma única mensagem saia da vossa rede — não é uma promessa contratual, é onde o processo corre.
O índice é construído sobre o vosso histórico: as vossas rotas, os vossos clientes, as respostas que a vossa equipa já deu. É isto que separa uma resposta genérica da resposta que a vossa casa daria.
Cada conversa nova entra no índice e cada correcção fica como exemplo. Os pesos do modelo nunca são retreinados — o sistema fica melhor porque sabe mais sobre vós, não porque foi reescrito.
Se quiserem mais capacidade num passo concreto, ligam o Gemini, o Anthropic ou o OpenAI. Vem desligado, é decidido por vós passo a passo, e é reversível.
Onde corre o modelo
Por omissão
Opcional — à vossa escolha
O que muda
A equipa deixa de fazer triagem e passa a fazer o que só uma pessoa faz: decidir os casos difíceis e fechar negócio.
| Antes | Com ARGUS | |
|---|---|---|
| Tempo até à resposta | Horas, quando alguém pega no pedido | Minutos — redigida em segundos, aprovada e enviada |
| Triagem das caixas | Manual, por ordem de chegada | Automática, por prioridade e risco |
| Pedido incompleto | Ida e volta manual, se alguém se lembrar | Follow-up automático, só com o que falta |
| Reclamação crítica | Perde-se no volume | Sobe ao topo da fila |
| Critério de quem cota | Na cabeça da pessoa | Registado e reutilizado a cada revisão |
| Envio da resposta | Manual | Sempre com aprovação humana |
Workflow e prioridade
Estados
Regras de transição, responsável atribuído e registo de todas as acções. Cada conversa é um objecto de trabalho com histórico rastreável.
Entradas do score
Os pesos são configuráveis sem novo deploy. Quem conhece a operação decide o que é urgente — não o fornecedor de software.
Porque aguenta em produção
Em que sistemas assenta, quem tem a última palavra, e o que fica escrito.
Lê as caixas que já existem e consulta os sistemas que já têm. Não substituímos o vosso email nem o vosso ERP — construímos por cima do que já funciona.
Nenhuma resposta é enviada sem aprovação. A pessoa aprova, corrige ou rejeita, e o ARGUS trata do trabalho de secretaria. A responsabilidade continua humana.
Classificação, score, mudança de estado, rascunho e aprovação — tudo fica registado, com autor e hora. Quando alguém pergunta porque é que este pedido foi tratado assim, há resposta.
Onde assenta
Cada integração é um adaptador isolado com retry, circuit breaker e fila de mensagens falhadas. Uma integração em baixo nunca para o sistema.
Dados e contexto
Motor de IA
Sistemas de negócio
Soberania e RGPD
O tratamento acontece na vossa infraestrutura. Nada do conteúdo dos emails sai para um serviço de terceiros.
SSO, perfis de acesso por função, e registo de auditoria de cada acção — quem fez o quê, quando, em que conversa.
Podemos trabalhar a partir de caixas de ingestão dedicadas, com a cópia no servidor apagada depois de lida. A base de dados passa a ser a fonte de verdade.
Onde está hoje
A processar as caixas reais da operação — cotações, reclamações e pedidos de recolha — com a equipa a aprovar cada resposta. O objectivo do piloto é directo: menos tempo até à resposta, e menos casos a exigir intervenção, semana após semana.
4
Caixas monitorizadas
uma só fila de trabalho
< 30 s
Pedido → resposta pronta
classificado e redigido
< 15 min
Revisão nos casos ambíguos
com alerta à equipa
Sempre
Aprovação humana antes do envio
sem excepção
Valores operacionais ilustrativos de um piloto em curso. O cliente não é identificado por opção nossa.
Perguntas
Não. O ARGUS não é um cliente de email e ninguém deixa de usar o Outlook. Ele lê as caixas como entrada de trabalho e devolve tudo ao mesmo sítio — a equipa continua a responder de onde sempre respondeu.
Não. Todos os rascunhos ficam à espera de aprovação. A pessoa aprova, corrige ou rejeita. Esta é uma decisão de arquitectura, não uma configuração que se possa desligar sem falarmos primeiro.
Os pesos do modelo nunca são retreinados. O histórico serve para calibrar a classificação e como contexto pesquisável, e as vossas correcções ficam disponíveis como exemplos. Nada disso altera o modelo em si.
Na vossa, se for isso que precisam. O motor de IA é local e não depende de API externa, o que torna o processamento inteiramente interno uma opção real e não um compromisso.
Se falar IMAP, POP ou Microsoft Graph, sim. A ingestão é um adaptador isolado, e adicionar um protocolo é trabalho conhecido — não uma reescrita.
Vai para revisão humana antes de chegar ao cliente, que é precisamente o que o limiar de confiança existe para garantir. A correcção fica registada e passa a informar os pedidos seguintes.
A primeira fase põe a ingestão a correr nas caixas reais, com a classificação calibrada numa amostra do vosso histórico. A partir daí a equipa piloto trabalha dentro do sistema e afina-o com uso real.
Serve qualquer operação em que o pedido entra em prosa e a resposta precisa de dados. O que muda é a taxonomia e os campos a extrair; a classificação, a prioridade e a aprovação humana são as mesmas.
O ARGUS transforma as caixas de entrada numa única fila priorizada: cada pedido classificado, encaminhado e — quando é claro — já respondido, à espera de um clique. Liderado por operadores. Focado na implementação. Sem teatro de transformação.
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Escolha uma hora. Sem apresentação comercial — mostramos o sistema a funcionar e ouvimos como a vossa caixa de entrada trabalha hoje.
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