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ARGUS.

Operações de resposta a pedidos

A caixa de entrada decide a margem.

O ARGUS lê cada pedido que entra, extrai os dados, calcula a prioridade e redige a resposta. A sua equipa aprova. O que era triagem passa a ser decisão.

Por ordem de chegada

  • Boletim Carga & Logística
  • Aurimetal, S.A.
  • Interno
  • Vidraria Coelho
  • Nordeste Distribuição
  • Papelaria Lima

Por prioridadeScore

  1. 97Vidraria CoelhoReclamação — encomenda entregue danificada
  2. 94Aurimetal, S.A.Pedido de cotação — 12 paletes, Braga → Barcelona
  3. 71Nordeste DistribuiçãoAlteração de recolha para amanhã
  4. 34Papelaria LimaDúvida sobre prazos para a Península
  5. 2Boletim Carga & LogísticaConvite: conferência de operações 2026
  6. 1InternoRe: Re: almoço de equipa
A mesma caixa, duas ordens. À esquerda, a ordem em que os emails chegaram; à direita, a ordem por que valem. Nomes e valores ilustrativos.
  • < 30 s

    Pedido recebido → resposta pronta

    classificado, priorizado e redigido

  • < 15 min

    Revisão humana nos casos ambíguos

    com alerta no canal da equipa

  • 6

    Estados de workflow

    do novo ao concluído, com registo

  • 100 %

    Das respostas aprovadas por uma pessoa

    nada sai sozinho

O problema

O gargalo não é a operação. É a caixa de entrada.

Numa equipa de pricing, o pedido de cotação, a reclamação e a alteração de última hora chegam todos ao mesmo sítio. Sem prioridade, tratam-se por ordem de chegada — não por valor nem por risco.

  • 01

    A cotação lenta perde o negócio.

    O cliente pede a três fornecedores. Ganha quem responde em minutos, não em horas.

  • 02

    O urgente perde-se no volume.

    A reclamação crítica fica atrás de quarenta emails de rotina e só aparece quando já é tarde.

  • 03

    Trata-se por ordem de chegada.

    A fila é cronológica, não económica. O pedido de maior valor espera pela vez dele.

  • 04

    O conhecimento sai com a pessoa.

    Quem sabe cotar aquela rota está de férias, e o critério dela não está escrito em nenhum sítio.

Cada hora que um pedido espera é margem que escorrega para quem respondeu primeiro.

Como funciona

Seis passos, do email ao rascunho aprovado.

Um agente que trata a caixa como um operador — e não dorme. Cada passo deixa registo, e o último é sempre uma pessoa.

  1. 01

    Ingestão

    Lê continuamente as caixas que lhe indicar — conteúdo, cabeçalhos e anexos, guardados por inteiro.

  2. 02

    Reconstrução da conversa

    Agrupa mensagens por Message-ID, In-Reply-To e References, com heurística de recurso quando o cliente parte a thread.

  3. 03

    Classificação e extracção

    Identifica o tipo de pedido e retira os campos que interessam: origem, destino, quantidades, datas, referências.

  4. 04

    Prioridade

    Calcula um score por conversa a partir do tempo sem resposta, do valor do cliente, do tipo de pedido, da urgência e do SLA.

  5. 05

    Encaminhamento

    Escolhe entre responder, pedir o que falta ou chamar uma pessoa — conforme a confiança da classificação.

  6. 06

    Resposta assistida

    Redige o rascunho na língua e no tom da casa, com os dados já preenchidos. A pessoa aprova, corrige ou rejeita.

O que a máquina vê

Um pedido em prosa entra. Campos preenchidos e um rascunho saem.

A classificação e a extracção correm em modelos locais. O conteúdo do email não sai da vossa infraestrutura.

CotaçãoAurimetal, S.A.conversa #2231
Confiança94 %

Campos extraídos

Origem
Braga
Destino
Barcelona
Carga
12 paletes
Peso
3.240 kg
Recolha
18 Set
Referência
AUR-4471

Rascunho · aguarda aprovação

Tarifa
1.240 €
Prazo
48–72 h
Validade
48 horas
Exmos. Senhores, agradecemos o pedido. Para 12 paletes (3.240 kg) de Braga para Barcelona, com recolha a 18 de Setembro, a nossa proposta é de 1.240 €, com entrega em 48 a 72 horas. Proposta válida por 48 horas.
Empresa, valores e referências ilustrativos.

Como decide

Três caminhos. Uma regra: nada sai sozinho.

A máquina trata do que é claro; a pessoa decide o resto. Cada conversa é encaminhada pela confiança da classificação, e nenhuma resposta é enviada sem aprovação.

  • Automático

    Claro e completo

    Campos completos e confiança acima do limiar. O ARGUS consulta as tarifas, redige a resposta e deixa-a pronta a enviar. A pessoa lê e aprova.

  • Pedir o que falta

    Falta um dado

    Campos incompletos. O ARGUS escreve ao cliente a pedir só o que falta. Quando a resposta chega, a conversa segue sozinha para a Rota A.

  • Revisão humana

    Dúvida ou ambiguidade

    Confiança baixa ou interpretação ambígua. O rascunho fica em pausa, a equipa recebe alerta, e a decisão que a pessoa toma fica registada.

A Rota C é a que faz o sistema melhorar.

Cada revisão humana é um exemplo de alta qualidade que passa a estar disponível para os pedidos seguintes. O limiar de confiança sobe, e semana após semana chegam menos casos à pessoa.

O motor

A inteligência corre dentro de casa.

Um LLM interno e um RAG local construído sobre o vosso histórico. Nada sai da vossa rede — a não ser que decidam o contrário.

  • LLM interno

    O modelo corre no vosso hardware. A classificação, a extracção e a redacção acontecem sem que uma única mensagem saia da vossa rede — não é uma promessa contratual, é onde o processo corre.

  • RAG local, afinado ao vosso caso

    O índice é construído sobre o vosso histórico: as vossas rotas, os vossos clientes, as respostas que a vossa equipa já deu. É isto que separa uma resposta genérica da resposta que a vossa casa daria.

  • Melhora à medida que é usado

    Cada conversa nova entra no índice e cada correcção fica como exemplo. Os pesos do modelo nunca são retreinados — o sistema fica melhor porque sabe mais sobre vós, não porque foi reescrito.

  • Providers externos, por opção

    Se quiserem mais capacidade num passo concreto, ligam o Gemini, o Anthropic ou o OpenAI. Vem desligado, é decidido por vós passo a passo, e é reversível.

Onde corre o modelo

Por omissão

LLM internona vossa infraestrutura

Opcional — à vossa escolha

O interno é o que vem ligado. Ligar um provider externo é uma decisão vossa — por passo, registada, e reversível.

O que muda

A caixa deixa de mandar no dia.

A equipa deixa de fazer triagem e passa a fazer o que só uma pessoa faz: decidir os casos difíceis e fechar negócio.

A caixa deixa de mandar no dia.Antes / Com ARGUS
 AntesCom ARGUS
Tempo até à respostaHoras, quando alguém pega no pedidoMinutos — redigida em segundos, aprovada e enviada
Triagem das caixasManual, por ordem de chegadaAutomática, por prioridade e risco
Pedido incompletoIda e volta manual, se alguém se lembrarFollow-up automático, só com o que falta
Reclamação críticaPerde-se no volumeSobe ao topo da fila
Critério de quem cotaNa cabeça da pessoaRegistado e reutilizado a cada revisão
Envio da respostaManualSempre com aprovação humana

Workflow e prioridade

Seis estados e um score que a equipa afina.

Estados

  1. Novo
  2. Em progresso
  3. A aguardar cliente
  4. Pronto para cotar
  5. A aguardar acção interna
  6. Concluído

Regras de transição, responsável atribuído e registo de todas as acções. Cada conversa é um objecto de trabalho com histórico rastreável.

Entradas do score

  • Tempo sem resposta
  • Valor do cliente
  • Tipo de pedido
  • Urgência
  • SLA

Os pesos são configuráveis sem novo deploy. Quem conhece a operação decide o que é urgente — não o fornecedor de software.

Porque aguenta em produção

A diferença entre um chatbot e uma camada de decisão está nos detalhes.

Em que sistemas assenta, quem tem a última palavra, e o que fica escrito.

  • Assenta no que já usam

    Lê as caixas que já existem e consulta os sistemas que já têm. Não substituímos o vosso email nem o vosso ERP — construímos por cima do que já funciona.

  • A pessoa fica no comando

    Nenhuma resposta é enviada sem aprovação. A pessoa aprova, corrige ou rejeita, e o ARGUS trata do trabalho de secretaria. A responsabilidade continua humana.

  • Cada decisão deixa rasto

    Classificação, score, mudança de estado, rascunho e aprovação — tudo fica registado, com autor e hora. Quando alguém pergunta porque é que este pedido foi tratado assim, há resposta.

Onde assenta

Ligações, não migrações.

Cada integração é um adaptador isolado com retry, circuit breaker e fila de mensagens falhadas. Uma integração em baixo nunca para o sistema.

  • Email

    • IMAP
    • POP
    • Microsoft Graph
  • Dados e contexto

    • PostgreSQL
    • pgvector
    • Anexos em ficheiro ou object storage
  • Motor de IA

    • LLM interno (por omissão)
    • Embeddings locais
    • Gemini · Anthropic · OpenAI (opcional)
  • Sistemas de negócio

    • Pricing
    • Booking
    • TMS
    • CRM

Soberania e RGPD

Corre dentro de casa. Deixa rasto de tudo.

  • Processamento local

    O tratamento acontece na vossa infraestrutura. Nada do conteúdo dos emails sai para um serviço de terceiros.

  • Autenticação e permissões

    SSO, perfis de acesso por função, e registo de auditoria de cada acção — quem fez o quê, quando, em que conversa.

  • Minimização de dados

    Podemos trabalhar a partir de caixas de ingestão dedicadas, com a cópia no servidor apagada depois de lida. A base de dados passa a ser a fonte de verdade.

Onde está hoje

Em piloto numa transportadora ibérica.

A processar as caixas reais da operação — cotações, reclamações e pedidos de recolha — com a equipa a aprovar cada resposta. O objectivo do piloto é directo: menos tempo até à resposta, e menos casos a exigir intervenção, semana após semana.

  • 4

    Caixas monitorizadas

    uma só fila de trabalho

  • < 30 s

    Pedido → resposta pronta

    classificado e redigido

  • < 15 min

    Revisão nos casos ambíguos

    com alerta à equipa

  • Sempre

    Aprovação humana antes do envio

    sem excepção

Valores operacionais ilustrativos de um piloto em curso. O cliente não é identificado por opção nossa.

Perguntas

O que a equipa pergunta primeiro.

  • Isto substitui o nosso email?

    Não. O ARGUS não é um cliente de email e ninguém deixa de usar o Outlook. Ele lê as caixas como entrada de trabalho e devolve tudo ao mesmo sítio — a equipa continua a responder de onde sempre respondeu.

  • Ele envia respostas sozinho?

    Não. Todos os rascunhos ficam à espera de aprovação. A pessoa aprova, corrige ou rejeita. Esta é uma decisão de arquitectura, não uma configuração que se possa desligar sem falarmos primeiro.

  • Treina com o nosso email?

    Os pesos do modelo nunca são retreinados. O histórico serve para calibrar a classificação e como contexto pesquisável, e as vossas correcções ficam disponíveis como exemplos. Nada disso altera o modelo em si.

  • Corre na nossa infraestrutura ou na vossa?

    Na vossa, se for isso que precisam. O motor de IA é local e não depende de API externa, o que torna o processamento inteiramente interno uma opção real e não um compromisso.

  • Funciona com o nosso sistema de email?

    Se falar IMAP, POP ou Microsoft Graph, sim. A ingestão é um adaptador isolado, e adicionar um protocolo é trabalho conhecido — não uma reescrita.

  • E quando ele classifica mal?

    Vai para revisão humana antes de chegar ao cliente, que é precisamente o que o limiar de confiança existe para garantir. A correcção fica registada e passa a informar os pedidos seguintes.

  • Quanto tempo até estar a trabalhar?

    A primeira fase põe a ingestão a correr nas caixas reais, com a classificação calibrada numa amostra do vosso histórico. A partir daí a equipa piloto trabalha dentro do sistema e afina-o com uso real.

  • Serve para além de logística?

    Serve qualquer operação em que o pedido entra em prosa e a resposta precisa de dados. O que muda é a taxonomia e os campos a extrair; a classificação, a prioridade e a aprovação humana são as mesmas.

ARGUS

Gerir a caixa com factos — não por ordem de chegada.

O ARGUS transforma as caixas de entrada numa única fila priorizada: cada pedido classificado, encaminhado e — quando é claro — já respondido, à espera de um clique. Liderado por operadores. Focado na implementação. Sem teatro de transformação.

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